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A manogamia existe?

Cresci em um lar cristão e tem coisas que são difíceis de tirar do coração, sabe? Mas desde mais novo eu sempre me perguntei: como é possível um casal durar tantos anos sem desejar outra pessoa? Ou será que, quando acontece uma traição, é só um casamento por conveniência, ou por acreditar nos valores da fé? Eu não tive tantas experiências em relacionamentos, e faz um tempo que venho estudando bastante sobre isso. Com o que li e refleti, percebi que a resposta não é um simples “sim” ou “não”. Ela existe, sim, mas não é algo concreto, universal ou que todo mundo nunca sinta. Se relacionar é uma forma de viver uma vida leve e, para muitos, super gratificante. Mas também não é a única via possível para o amor, o desejo ou um sentimento verdadeiro. Quero falar sobre isso com total respeito, sem julgar quem escolhe viver monogâmico, poliamoroso, aberto ou qualquer outro tipo de compromisso consensual. O que importa é o que funciona para cada um, desde que haja honestidade, comunicação e cons...

Impossível esconder, mas você foi e é a pessoa mais incrível que já conheci

 

Imagem: Lisa Fotios | Pexels

Leia ouvindo: Brincar de Viver - Maria Bethânia 💭

Algumas pessoas entram na nossa vida exatamente quando mais precisamos (pode até parecer clichê, mas é verdade). Elas trazem aprendizados que nem sabíamos que precisávamos. Aparecem quando estamos vulneráveis e, com atitudes simples, nos mostram novas formas de enxergar o mundo e a nós mesmos.

Essas pessoas nos ajudam a crescer, sem intenção. Elas nos ensinam sobre autenticidade, a sermos fiéis a quem realmente somos, e a não nos deixar levar pelos julgamentos dos outros. Com elas, entendemos que a felicidade não está nas aparências ou nas coisas materiais, mas em conversas sinceras, trocas de ideias e respeito mútuo.

Elas nos lembram que não precisamos ter todas as respostas ou carregar os traumas do passado sozinhos. A vida é feita de momentos e estar presente neles – seja em uma caminhada, um café ou uma conversa no fim do dia, é o que realmente importa.

A melhor parte da vida é nos sentirmos à vontade com as pessoas que amamos, seja um amigo, um romance ou um familiar. Com elas, aprendemos a valorizar o que é essencial: ser nós mesmos, ter coragem para confessar nossos traumas e entender que somos imperfeitos e tudo bem com isso. Muitas vezes, ficamos presos ao passado, mas essas pessoas nos ensinam a olhar para frente, a ver que somos únicos e que não somos definidos pelos nossos erros.

Uma das maiores lições que aprendi este ano é: mesmo que essas pessoas sigam caminhos diferentes, a marca de esperança, amor e compreensão que deixam em nós jamais será esquecida. Elas nos mostram que, em um mundo tão desafiador, ainda há espaço para ser, criar algo novo, amar, ser amado e ser aceito – não porque merecemos, mas porque é parte de quem somos.

Se você já teve a sorte de cruzar com alguém assim, sabe do que estou falando. Essas pessoas são raras e difíceis de encontrar, porque mais do que os momentos juntos, são as lições que carregamos por toda a vida.

Com amor, James. 

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